Qual o segredo para a fonte da juventude?
Há 16 anos


Senhores, mas Um só Senhor.Porque, como a verdade cristã nos obriga a confessar que cada uma das Pessoas por si só é Deus e Senhor,assim a religião católica proíbe-nos dizer que há três Deuses ou três Senhores.O Pai não foi feito por ninguém, nem foi criado, nem gerado.O Filho é do Pai somente; não foi feito, nem foi criado, mas gerado.O Espírito Santo é do Pai e do Filho;não foi criado, nem gerado, mas, deles procede.Há, pois, um só Pai, e não três Pais;um só Filho, e não três Filhos;um só Espírito Santo, e não três Espíritos Santos.E nesta Trindade não há primeiro nem último;nem um é maior ou menor do que o outro;mas as três pessoas são justamente de uma mesma eternidade e igualdade.De sorte que no todo como já se disse,cumpre adorar a Unidade na Trindade e a Trindade na Unidade.Aquele, pois, que quiser salvar-se,deve assim pensar e crer na Trindade.
to.Abraça o Deus de amor, e abraçarás Deus por amor.É este amor que liga todos os bons anjos e todos os servos de Deus pelo laço da santidade, que nos liga a eles e entre nós, e nos une todos a ele.Por isso, quanto mais formos isentos da voracidade do orgulho, mais seremos repletos de amor e do que, senão de Deus, está cheio aquele que está repleto de amor?Mas, dirás tu: vejo a caridade, descubro-a quanto me possibilitam os olhos do espírito, e creio na Escritura que me diz: ‘Deus é caridade, e quem permanece na caridade permanece em Deus (Jo 4, 16); mas se vejo a caridade, não vejo nela a Trindade.Porém, digo-te, se vês a caridade, vês a Trindade.»
sereis minhas testemunhas”, essa foi a promessa feita pó Jesus antes de subir ao céu, mas quem é o Espírito Santo?




os e recostou numa manjedoura (cf. Lc 2, 7).

bmeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião "Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!", então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Submeteu-se à cirurgia no dia 6 de Setembro de 1961. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça.
ia". É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.
ca a hodierna Jornada Mundial da Paz. Refletimos sobre a paz num clima de difusa preocupação por causa dos recentes eventos dramáticos que ocorreram no mundo. Mas por quanto humanamente possa parecer difícil olhar o futuro com otimismo, não devemos ceder à tentação do desencorajamento. Devemos, ao contrário, trabalhar pela paz com coragem, certos que o mal não prevalecerá. A luz e a esperança para este nosso empenho nos vêm de Cristo. O Menino nascido em Belém é a Palavra eterna do Pai feita carne para a nossa salvação, é o "Deus conosco", que leva consigo o segredo da verdadeira paz. É o Príncipe da Paz. Justiça e perdão: eis os dois "pilares" da paz, que quis colocar em evidência. Entre justiça e perdão não há contraposição, mas complementaridade, porque ambas são essenciais para a promoção da paz. Esta, de fato, bem mais que um temporário cessar de hostilidade, é cura profunda das feridas que abatem os ânimos. Somente o perdão pode apagar a sede de vingança e abrir o coração a uma reconciliação autêntica e duradoura entre os povos. Voltamos hoje o olhar para o Menino, que Maria aperta entre os braços. Nele reconhecemos aquele no qual misericórdia e verdade se encontram, justiça e paz se beijam (cf. Sl 84,11). Nele adoramos o verdadeiro Messias, no qual Deus conjugou, para nossa salvação, a verdade e a misericórdia, a justiça e o perdão. Em nome de Deus renovo meu apelo dirigido a todos, crentes e não crentes, para que o binômio "justiça e perdão" permeie sempre os relacionamentos entre as pessoas, entre os grupos sociais e entre os povos. Este apelo é antes de tudo aos que crêem em Deus, em particular às três grandes religiões derivadas de Abraão: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, chamadas a pronunciar sempre a mais firme e decidida rejeição à violência. Ninguém, por motivo algum, pode matar em nome de Deus, único e misericordioso. Deus é Vida e fonte da Vida. Crer nele significa testemunhar a misericórdia e o perdão, rejeitando instrumentalizar o seu santo Nome.
De várias partes do mundo se eleva uma forte invocação de paz; se eleva particularmente daquela Terra que Deus abençoou com a sua Aliança e a sua Encarnação, e que por isso chamamos "Santa". "A voz do sangue" grita a Deus daquela terra (cf. Gn 4,10); sangue de irmãos derramado por irmãos, que invocam o mesmo Patriarca Abraão; filhos, como cada homem, do mesmo Pai celeste. "Salve, Mãe santa"! Virgem Filha de Sião, como deve sofrer por esse sangue o teu coração de Mãe! O Menino, que apertas ao peito, leva um nome caro aos povos das religiões bíblicas: "Jesus", que significa "Deus salva". Assim o chamou o arcanjo antes que fosse concebido no teu ventre (cf. Lc 2,21). No rosto do Messias neonato reconheçamos o rosto de cada filho teu. Reconheçamos especialmente o rosto das crianças, de qualquer raça, nação ou cultura. Para elas, ó Maria, para o seu futuro, te pedimos que toques os corações endurecidos pelo ódio, para que se abram ao amor e a vingança ceda lugar ao perdão. Consiga-nos, ó Maria, que a verdade desta afirmação - Não existe paz sem justiça, não existe justiça sem perdão - se imprima no coração de todos. A família humana poderá assim encontrar a paz verdadeira, que brota do encontro entre a justiça e a misericórdia. Mãe santa, Mãe do Príncipe da Paz, ajude-nos! Mãe da humanidade e Rainha da paz, rogue por nós!